“A abstinência é uma escolha saudável e os adolescentes devem receber orientações sobre esse seu direito de escolha." disse Nelson Junior
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| Nelson Junior lidera o movimento Eu Escilhi esperar. (Foto: Reprodução/Internet) |
O Pastor Nelson Junior é líder do “Eu Escolhi Esperar”, movimento nacional de incentivo a “espera” para ter relação sexual após o casamento, e tem grande adesão entre os jovens evangélicos do país. O movimento possui milhões de seguidores nas redes sociais e já foi destaque nos principais veículos de comunicação do Brasil.
Em entrevista ao site Gospel Prime, Nelson falou sobre a campanha do governo e disse que o movimento “Eu Escolhi Esperar” gerou resultados positivos.
“O Estado, seja ele governo federal, estadual ou municipal, tem a obrigação de fornecer acesso à informação integral sobre a saúde sexual a seus cidadãos. Quando um governo exclui a abstinência de seus programas de saúde, ele está sendo omisso. Os adolescentes brasileiros têm direito de receber informações completas para proteger suas vidas e sua saúde.” disse o pastor.
Nelson revelou que é a favor de todos os métodos de prevenção, inclusive da espera: “A abstinência é uma escolha saudável e os adolescentes devem receber orientações sobre esse seu direito de escolha. Até hoje, por razões puramente ideológicas, o assunto sempre foi tratado com desprezo e descaso. A educação sexual deve ser abrangente, ou seja, incluir todos os métodos de prevenção, incluindo a abstinência. Só assim o Estado promoverá a educação sexual de uma forma integral. Precisamos preparar os adolescentes para tomar decisões sexuais saudáveis e se ele quer se guardar, qual o problema? Esperar também é uma opção! Por que não?” completou.
Entenda a campanha
O Governo Federal está lançando uma campanha para retardar o início da vida sexual de crianças e adolescentes e combater a gravidez precoce no país. A campanha está sendo liderada pela ministra Damares através do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e será veiculada na mídia em fevereiro.
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| Damares é ministra do Ministério de Mulher, Família e Direitos Humanos. (Foto: Reprodução/Internet) |
Em entrevista à Rádio Gaúcha na última sexta-feira (24), Damares ressaltou que o governo continuará oferecendo outros métodos de prevenção, e falou sobre o objetivo da campanha: “Vamos continuar apresentando o anticoncepcional, a camisinha, os métodos de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis. A gente só quer conversar com o adolescente, porque não se conversa sobre isso, queremos acrescentar um diálogo.” disse a ministra.
Da Redação
Foto: Reprodução/ Internet







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